segunda-feira, 26 de maio de 2014




 Ela sorri, embriagada com a alegria da sua presença.
Ela o acha estranho, mas não consegue esconder o seu apreço pela
estranheza que ele possui. 

Ele é menino moleque, ingenuidade, inconsequência causada pela
imaturidade, acha ela em sua presunção.
Menino bobo, se perde em suas emoções, esteta, qualquer beleza
já lhe interessa, pobre coitado, sempre enganado pela inerente ilusão.


Ela é modesta, idealista, até um tanto poeta, ele também tem  habilidades,
pena ser tão influenciado pelas suas amizades.
Queria ela ser julgada além das circunstâncias que a rodeiam, pessoas são
mais do que isso ou aquilo, mas ela sabe que todas as coisas cooperam
para um fim determinado.

Ela dançou sobre a verdade, se expressou com sinceridade, ele temeu,
se afastou, ou correu? Ela encarou como liberdade e prosseguiu.
Agora sobre ele ela já não sabe...
 Não trocam mais mensagens, nem mesmo por amizade.




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